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Michael Jackson, King of Pop? Michael Jackson, King of Music & Dance!
julho 26, 2009, 12:11 am
Arquivado em: Música, Pensamentos

michaeljackson1

He aí meu povo! Já tem tempo que eu não posto aqui, mas eu estou indo de uma gripe para outra gripe, de modo que não estava muito disposto. Mas aqui estou.

Há uns dias atrás eu decidi que hoje, vigésimo quinto dia do mês de Julho, um mês após a morte de Michael Jackson, eu faria um post sobre o Michael. Mas durante esta semana eu tinha desistido. Achei que não daria conta. Depois de tanto tempo da morte dele, esta semana eu fiquei mal novamente. Ainda mais depois que meu primo me avisa que num assalto levaram todos os meus DVDs do Michael que ele havia pegado emprestado, e que estavam dentro do carro dele que fora assaltado. Sim, meus DVDs oficiais e shows da Bad Tour, History World Tour e etc, os quais eu espero conseguir de volta, com alguém ou na internet.  Os oficiais não há outra forma, comprarei novamente.

Mas então. Nunca fui fan do Michael Jackson. Deixe-me explicar melhor, nunca fui fan de ter revista guardada, procurar notícias na internet e etc. Na verdade com ele eu mantinha a relação mais saudável entre um artista e um admirador. Sim, era pura admiração e respeito. Respeito que acho eu, todos os que amam música de maneira acima do normal, que tem os seus dias movidos por música, possuíam e possuem por ele. Sempre comprei os CDs e DVDs, e me admirava com todo aquele talento. Da mesma maneira como me aborrecia enormemente a maneira como a crítica e a imprensa o tratavam ultimamente, como apenas mais um cantor, uma celebridade que estava surtando. Ele poderia até ser uma pessoa que não estava em seu estado normal, mas não era qualquer um, era o Michael Jackson, e por isso merecia todo o respeito do mundo.

Se quiséssemos medir, tentar demonstrar a importância de Michael Jackson para o mundo da música, da dança e do showbusiness não conseguiríamos, pois não há nem palavras que possam dar conta de traçar a importância deste cara que foi exímio cantor, com uma voz e um jeito de cantar personalíssimos, exímio dançarino que misturava diferentes estilos de dança, como técnicas do clássico e passos de street dance, e tinha um carisma ímpar. Ele foi o criador da ‘linguagem’ que todos os artistas, ao menos dos EUA, ‘falam’ até os dias de hoje. Mas é óbvio que ninguém ‘falava’ como Michael. Aponte um único cantor ou cantora de R&B, por exemplo, que consiga reproduzir ao vivo as coreografias dos videoclipes ao mesmo tempo em que reproduz os vocais apresentados nos CDs? Eu desconheço.

Uma coisa me agradou foi que ao menos exaltaram as suas qualidades, e não ao contrário, no episodio da sua morte. Mas por que isso não foi feito durante os últimos 15 anos?

Após sua morte eu li um artigo, escrito por um crítico musical, que todos deveriam parar com as lágrimas hipócritas, pois o MJ pelo qual estávamos todos chorando já estava morto a pelo menos quinze anos. E daí desfiava um monte de coisas sobre os últimos álbuns de Jackson e etc. Estas críticas negativas, que a bem da verdade o MJ recebe mais enfaticamente desde Dangerous, e aumentaram muito com o History até alcançarem seu ápice com o Invencible, sempre me fizeram pensar muito. Muito porque, na minha opinião de quem não opina pra viver e pagar as contas, ele nunca produziu algo que possa ser chamado de horrível, ou péssimo.

E os argumentos utilizados pelos críticos sempre tinham como matriz de comparação os inomináveis Off The Wall, Thriller e Bad. Sim, estes álbuns são geniais. Especialmente sobre os dois primeiros não há adjetivos para descrevê-los, a ponto de terem transformado o próprio MJ um prisioneiro do seu passado superlativo. Sim, nem o gênio foi capaz de repetir a genialidade dos seus mais famosos álbuns.

O argumento de que seus últimos trabalhos, especialmente seus dois últimos álbuns, não traziam a mistura explosiva de R&B, Pop, Rock e Soul, característica dos seus primeiros álbuns, é válido e verdadeiro. Mas álbuns como o History e o Invincible estão longe, muito longe de serem álbuns medíocres. Alguém aí consegue a proeza de ficar parado assim que começa a tocar, por exemplo, You Rock My World? Acho difícil.

Que os álbuns em questão poderiam ser melhores? Sim, porque a gente sabe que MJ era capaz de proezas quase que sobre humanas, mas os fatos eram que estes álbuns não eram ruins, assim como o MJ que produziu estes álbuns não era o mesmo da época de ouro. Não é necessário falarmos de maneira demasiada do complexo conjunto de acontecimentos, somados a tão alardeada suposta personalidade autodestrutiva de Michael, que foram matando o Rei do Pop aos poucos.

Lembro que ao ver pela primeira vez o show em comemoração pelos trinta anos de carreira solo de MJ, em setembro de dois mil e um, o meu espanto, não somente com a sua aparência, mas também com as suas performances. Não era aquele velho Michael, cheio do vigor de antes, assim como me pareceu que ele não estava confortável, não sei se com sua própria aparência ou com o que pensavam dela, ou se por estar fazendo aquele show … não sei. Contudo, ao mesmo tempo, era explícito o quanto Michael, ainda que fora de sua melhor forma, era muitíssimo melhor cantor e dançarino que qualquer cantor de R&B que eu já tinha visto.

E assim foi com Invincible, que a despeito de todos os problemas entre Jackson e a Sony Music US na divulgação, além de eventos imprevisíveis como o onze de setembro, não merecia ser um álbum tão achincalhado e nem receber o adjetivo de fracassado. Até porque pra um álbum que não teve divulgação, cujo o lançamento do clipe do primeiro single foi atrapalhado pela tragédia do onze de setembro, e que foi recolhido das lojas pela gravadora três meses após ter sido lançado, vender onze milhões tão rapidamente é exatamente um fracasso? Li há muito tempo atrás que as vendas deste álbum estavam em torno de vinte milhões. Ruim para os padrões de vendas dos anos dói mil? Depois falam que ele era louco em afirmar que a Sony Music US o estava boicotando e a imprensa o perseguindo.

Fiquei feliz e preocupado quando soube da This Is It Tour, feliz porque era mais uma turnê de Michael, que a rigor só fez quatro, a qual poderia marcar o retorno do rei ao trono que é seu por direito. Mas também fiquei apreensivo, pois como bem disse o ator britânico Rupert Everett esta semana em uma entrevista para a Ok Magazine, eu sempre achei que a despeito do que fosse apresentado na This Is It a imprensa iria cair matando em cima de Jackson. Mas a excitação era maior que a preocupação, afinal, eu só pensava em ver uma performance ao vivo de You Rock My World a altura da música e do talento de Jackson. Além de MJ parecer realmente interessado em voltar por cima. Sucesso de público, ao menos, nós já sabíamos que era.

Enfim, a vida, embora também tenha sido muito boa para ele, também foi muito pesada, de maneira que ele quase não pode suportar. Voz mansa, infantil ao falar, mas de impressionante grande força ao cantar; ferrenho nos negócios, segundo dizem; bondoso, é o artista que mais contribuiu para obras de caridade na história; estranho; viciado em plásticas; mágico; encantador; genial; com mente de criança, atestado inclusive por um corpo médico contratado pelo governo americano; humano, ao contrário do que muitos pensavam.

Só temos que agradecer por termos vivido, ao menos por um período de tempo, durante o mesmo tempo que um artista de genialidade tão impressionante. De certa forma, Michael Jackson não morreu. Sua obra influenciará a nós, e inúmeras outras gerações, durante muito, mais muito tempo.

MJJmorte



O que eu gostaria de aniversário? True Blood baby!
julho 18, 2009, 10:30 pm
Arquivado em: Séries, TV

Sookie e Bill!

Foto: Sookie Stackhouse e Bill Compton.

Olá! Pra começar, hoje é meu aniversário … rs … então o post tem que ser de algo que eu goste muuuuuuuuuuuuuuito! ^^ Logo, TRUE BLOOD!!

Então, amanhã começa, às 22h, na HBO Brasil, a segunda temporada desta série que já encontra-se entre as minhas favoritas. Nos EUA a série já está indo para o quinto episódio, e está mais que bom … hehehehe.

A sinópse é a seguinte: “Sookie Stackhouse, uma garçonete telepata tem sua vida vira de ponta-cabeça quando ela conhece o vampiro Bill, que aparece no seu trabalho, o Bar Marlotte.

Por causa da invenção do sangue sintético chamado “True Blood” (que dá nome à série), os vampiros adotam como novo alimento e tentam conviver em sociedade.”

Então, não deu vontade de ver, né? Eu também não sentiria. Pra começar eu não gosto de histórias de vampiros e etc, nunca fui fan. Mas eu posso listar uma série de razões pra você dar uma chance à série.

A série é mais uma criação do Alan ball, que já ganhou um OSCAR de melhor roteiro por American Beauty (Beleza Americana), além de ser também o criador da melhor série ever que já fizeram pra tv: Six Feet Under (A Sete Palmos).

True Blood com sua primeira temporada já concorreu a inúmeros prêmios, entre eles o Golden Globe (Globo de Ouro), tendo sido indicada inclusive para melhor série dramática. Ganhou o de melhor atriz devido a atuação da já premiada com o OSCAR, Anna Paquin, como Sookie Stackhouse.

De maneira genial a série se vale de uma realidade fantástica – neste caso um mundo em que existem metamorfos, telepatas, vampiros e outros tipos de seres fantásticos e mágicos – para discutir temas como a intolerância ao diferente e ao desconhecido, violência, humanidade, religião e religiosidade, sexo e sexualidade, etc. Tudo isso sem ser piegas … juro!

Assistam, é genial, além de ser cheia de gente bonita! É qualidade HBO puxa vida! Rs

Ah, e quanto ao título do post eu não estou falando do box da série não, porque este eu já tenho. Mas se alguém tiver um Bill Compton guardado em um caixão no subsolo da sua casa eu estou aceitando! Hehehehe …

O endereço da página da série no imdb: http://www.imdb.com/title/tt0844441/

O endereço da página da série na HBO: http://www.imdb.com/title/tt0844441/



Katherine Heigl e Gerard Butler … The Ugly (?) Truth.
julho 18, 2009, 12:34 am
Arquivado em: Cinema

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Okay, é ou não é de passar mal? Podem chamar o SAMU pra mim!

Hoje me deparei com as fotos da premiere do novo filme da Katherine Heigl com o Gerard Butler, The Ugly Truth (A verdade nua e crua), a qual aconteceu ontém.

Só o Gerard Butler já seria um motivo (E que motivo!) para assistir ao filme, mas parece que o filme vai ser uma comédia romântica legal. Assisti ao trailer quando fui ver A Proposta.

Não sei quando vai estrear por aqui, mas certamente vou assistir… adoro comédias românticas e adoro o Gerard Butler!!!

A irmã Glória (é esse o nome?) tinha que incluir mais uma frase no seu hit: “Gerard Butler com cara de safado, armadilha de satanás!” … uauahua

Abaixo: cartaz do filme; ela de novo com o Butler; Butler sozinho; ela com o amigo, fiel escudeiro e (Ex?)companheiro de Grey’s Anatomy T. R. Knight, que eu também adoro; eles again e o Justin Chambers sozinho, amigo e par dela em Grey’s Anatomy. Clique nas miniaturas para ver em tamanho maior.

P.S.: No site do terra, a legenda da foto dela com o T.R. já está que ele trabalhou com ela em Grey’s Anatomy. Assim mesmo, no passado.

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Emmy 2009 … indicações e torcida!
julho 17, 2009, 2:55 am
Arquivado em: Séries, TV

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Pois é galera, foi dada a largada para o Emmy 2009, o qual ocorrerá no dia 20 de Setembro e será apresentado pelo ator Neil Patrick Harris, de How I Meet your Mother.

A série de humor 30Rock é a campeã de indicações. Eu particularmnente só assisti o piloto e o segundo episódio desta série, não me ganhou de cara … já pensei em assistir o restante, mas não consigo me empolgar o suficiente. Alguém aí assiste? O que acha?

Muito Feliz que a Toni Collette está concorrendo por United States of Tara, a qual também merecia estar concorrendo por melhor série, com certeza!

Sandra Oh e Chandra Wilson estão lá, concorrendo por Grey’s Anatomy, qualquer uma duas duas merece muuuuuuuuuuito.

Sally Field não tem o que dizer, Brothers and Sisters deve muito a atuação precisa de seus atores, onde Sally se destaca, ainda mais em uma temporada tão estranha como foi a terceira. Espero que as histórias da quarta temporada sejam melhores para vermos numa lista desta nomes, tais como, Matthew Rhys e Rachel Griffiths.

E Michael Emerson concorrendo por seu Ben em Lost? Você tem algo a dizer? Eu não, deveriam dar o Emmy a ele logo, não há melhor e ponto!

O Mesmo sobre o Jim Parsons por The Big Bang Theory … o melhor!

Abaixo segue a lista das indicações que nos interessam … rs. Os nomes em negrito são aqueles por quem eu torço!Ah, em alguns casos eu torço pra mais de um em uma mesma categoria … fazer o quê? Hehehehe …

MELHOR SÉRIE DRAMÁTICA
Big Love
Damages
Dexter
House
Lost
Mad Men

MELHOR ATOR EM SÉRIE DRAMÁTICA

Bryan Cranston – Breaking Bad
Michael C. Hall – Dexter
Hugh Laurie – House
Gabriel Byrne – In Treatment
Jon Hamm – Mad Men
Simon Baker – The Mentalist

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DRAMÁTICA

Sally Field – Brothers and Sisters
Kyra Sedgwick – The Closer
Glenn Close – Damages
Mariska Hargitay – Law & Order SVU
Elisabeth Moss – Mad Men
Holly Hunter – Saving Grace

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DRAMÁTICA

William Shatner – Boston Legal
Christian Clemenson – Boston Legal
Aaron Paul – Breaking Bad
William Hurt – Damages
Michael Emerson – Lost
John Slattery – Mad Men

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DRAMÁTICA

Rose Byrne – Damages
Sandra Oh – Grey’s Anatomy
Chandra Wilson – Grey’s Anatomy

Dianne Wiest – In Treatment
Hope Davis – In Treatment
Cherry Jones – 24

MELHOR SÉRIE DE HUMOR

Entourage
Family Guy
Flight Of The Conchords
How I Met Your Mother
The Office
30 Rock
Weeds

MELHOR ATOR EM SÉRIE CÓMICA

Jim Parsons – The Big Bang Theory
Jemaine Clement – Flight Of The Conchords
Tony Shalhoub – Monk
Steve Carell – The Office
Alec Baldwin – 30 Rock
Charlie Sheen – Two And A Half Men

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE CÓMICA

Julia Louis-Dreyfus – The New Adventures Of Old Christine
Christina Applegate – Samantha Who?
Sarah Silverman – The Sarah Silverman
Tina Fey – 30 Rock
Toni Collette – United States Of Tara
Mary-Louise Parker – Weeds



Pra quem tinha dúvidas de que o Tim Burton é macabro demais …
julho 16, 2009, 2:10 am
Arquivado em: Cinema
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Johnny Depp como o Chapeleiro Maluco no País das Maravilhas.

Pois é, novas fotos de Alice no País das Maravilhas foram liberadas na internet. E mesmo sem aquele monte de efeitos das outras dá pra ver que o filme realmente será macabro, bem aos estilo de Tim Burton.

Eu estou muitíssimo curioso pra ver como será isso, acho até que mais curioso que empolgado …  os filmes do Burton geralmente me causam mais curiosidade que genuíno interesse. Embora eu reconheça que ele é foda!

Está com cara de filme que vai dar pesadelo na hora de dormir … hehehehe … esperemos até março de 2010!

Acima Johnny depp como o Chapeleiro Maluco.

Mais fotos bizarras abaixo.

Helena Bonham carter como a rainha de Copas, Anne Hathaway como a Princesa Branca e Mia Wasikowska como Alice.

rainhadecopasrainhabrancaalice



Brad Pitt na Wired Magazine … an Inglourious Basterd?
julho 16, 2009, 12:58 am
Arquivado em: Cinema

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Esta é a capa da Wired Magazine com Brad Pitt, já entrando no clima de divulgação de Inglourious Basterds. O filme dele com Quentin Tarantino … sim, não é engano. Tarantino + Brad Pitt, o que vai sair disso é que não sabemos, mas que estou doido pra conferir, ah isso eu estou!

Pena que só em agosto, até lá vamos conferindo o trailer:

P.S.: Sou só eu que acho ou o tempo fez bem, muito bem, ao Brad Pitt?



Whitney revela a capa de seu aguardado álbum!
julho 16, 2009, 12:37 am
Arquivado em: Música

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Está aí a capa de I Look To You, o primeiro álbum de inéditas de Whitney Houston em 7 anos.

Por que isto aqui!? Porque eu posso não atoooorarrr perigo, mas eu adoro Whitney! Sim, sou do tipo que grita ao som de I have Nothing ou Just the Lonely Talking Again … que venha I Look To You!



Ser Feliz!!!
julho 15, 2009, 11:01 pm
Arquivado em: Literatura

Resovi dar o pontapé inicial no blog com um texto de Fernando Pessoa que eu adoro! Enjoy!

Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo.

E que posso evitar que ela vá à falência.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os
desafios, incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.

É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.

É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.

É saber falar de si mesmo.

É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo…”

Ser feliz – Fernando Pessoa